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GIS na Análise de Riscos de redes de Gás Natural

O uso de imagens de satélite de alta resolução espacial em estudos de análise de riscos pela hazards tem se mostrado uma alternativa eficaz para o licenciamento de redes de distribuição de gás natural.

 
Utilizando imagens do satélite Ikonos II, com resolução espacial de 1m e até 15m de precisão de localização, que podem ser ajustadas dependendo da finalidade do projeto, através da coleta de pontos de controle em campo antes da constituição do mosaico, se pode trabalhar até a escala 1:2500 para o modo PSM (colorido), ou na escala 1:5000 para o modo MS (colorido), com 4m de resolução.

Uma das vantagens observadas na utilização destas imagens é a grande área imageada pelo satélite, que pode cobrir cenas com 13km por 13km, o que se mostra atraente para projetos que compreendem redes de distribuição de gás natural dentro de cidades ou pelo formação de mosaicos para o caso de dutos de transporte.

Com a inserção destas imagens georreferenciadas em um software de análise topológica e geográfica, e após sua conversão em formato compatível (tiff a 100dpi), é realizada a digitalização e sobreposição do layout da rede de distribuição, complementada posteriormente pela inclusão dos dados levantados em campo, como número de habitações, empreendimentos, travessias rodoviárias, ferroviárias, córregos, linhas de transmissão de energia, etc.

 
No processo de digitalização são utilizadas linhas, polilinhas, arcos e polígonos, subdivididos em layers previamente criados para que a topologia posterior a ser aplicada não apresente conflito em sua execução. A junção de informações permite realizar as primeiras análises, como as disparidades observadas entre o georreferenciamento da imagem raster e dos vetores correspondentes ao gasoduto, podendo desta forma proceder aos ajustes necessários através da conferência e coleta de pontos de controle. A partir daí, verifica-se as características técnicas do gasoduto e o uso e ocupação do solo da região de implantação, verificando a adequação do traçado quanto a viabilidade sócio-ambiental do empreendimento.
Como parte da análise de riscos, a partir das imagens georreferenciadas, e como resultado das simulações realizadas (vide metodologia), são feitos os cálculos de aceitabilidade dos riscos, sendo os riscos social e individual quantificados e espacializados sobre a imagem, possibilitando a extração das áreas suscetíveis aos eventos perigosos analisados, através da associação do desenho a um banco de dados externo, cujo campo contendo a chave primária é previamente inserido conforme a identificação mestra estabelecida durante a digitalização na imagem de satélite dos objetos presentes no traçado do gasoduto. Este procedimento garante a conexão dos objetos georreferenciados na imagem com o banco de dados externos, que irá conter as informações pertinentes ao objeto, como perímetro, área total e área atingida.

A precisão das áreas extraídas, que correspondem às regiões de vulnerabilidade definidas no estudo de análise de riscos, é garantida pelo uso de topologias específicas criadas dentro do ambiente do software de análise geográfica. O cruzamento da topologia dos objetos mapeados (residências, empreendimentos, vias de circulação) com a região de vulnerabilidade gera como conseqüência uma terceira topologia, representando a intersecção das duas, a região afetada pelo raio de vulnerabilidade. Concomitantemente a este processo, são geradas tabelas contendo os dados a serem inseridos nos cálculos posteriores. Um sistema de query é utilizado para o acesso e filtragem dos dados necessários. A tabulação destas informações se dá através da importação dos arquivos em planilhas de cálculos que acabam gerando saídas para um banco de dados contendo parâmetros a serem considerados para a estimativa do número de fatalidades do empreendimento.

Estes gráficos de vulnerabilidade são representações cartográficas de extrema valia realizadas sobre as imagens de satélites, sendo confeccionados geralmente nas escalas de 1:4000 a 1:8000, permitindo a visualização plena do traçado do gasoduto e seu entorno, bem como a delimitação das regiões de vulnerabilidade resultantes do estudo de análise de riscos, podendo servir como instrumento analítico dentro do programa de gerenciamento de riscos.
Em resumo, toda e qualquer análise de riscos de sistemas de transporte é realizada na hazards com o auxílio dos Sistemas de Informações Geográficas (SIG ou GIS, em inglês), e sua transposição para os programas de análise de riscos que simulam os eventos perigosos, seus limites de vulnerabilidade e o cálculo de efeitos físicos (fatalidades, danos à propriedade e danos ambientais), por meio de software de análise de riscos Effects – Gis 5.5 da TNO, instituição estatal holandesa que desenvolve estes programas dentro do contexto do Commitee for the Prevention of Disaster da Comunidade Econômica Européia. Assim, dentro da subárea de GIS, a hazards utiliza aplicações de imagens de satélite nas mais diversas áreas: estudos de caráter ambiental, licenciamentos, levantamentos de recursos naturais, instalação de projetos de infra-estrutura, planejamento urbano, geomarketing, mapeamentos temáticos, entre outras.

Vantagens do uso de GIS em sistemas de distribuição de gás natural:

• Redução de custos de implantação de projetos
• Redução de custo e preço na análise de riscos de projetos e da obtenção da LI
• Programa de Gerenciamento de Riscos implementado em banco de dados GIS
• Planejamento Emergencial eficiente
• Redução de custos de seguro de sistemas de gás natural através das análises dos gráficos de RI constituídos sobre as imagens do local
• Análises integradas sobre a conformidade do uso e ocupação do solo em relação a implantação do duto



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